
Uma senhora idosa vinha juntando dinheiro para contratar um “marido por uma hora” — mas quando um homem jovem e musculoso apareceu à sua porta, a avó quase gritou de choque.

Uma senhora idosa vinha juntando dinheiro para contratar um “marido por uma hora” — mas quando um homem jovem e musculoso apareceu à sua porta, a avó quase gritou de choque.
Nos últimos meses, a vida tinha se tornado especialmente difícil para ela. Ela frequentemente reclamava com a vizinha:

— A torneira está vazando e eu nem consigo consertar. Nem tenho as ferramentas certas! Tá vendo aquela cadeira? Nem dá pra sentar nela; ela balança. E o telhado também tem goteiras… Tenho que fazer tudo sozinho, sempre sozinho…
A vizinha suspirou:
— Então chame um faz-tudo, um “marido por uma hora”.
— O quê?
— Você liga, diz o que precisa ser consertado e um técnico vem fazer o reparo. Você só precisa pagar a ele depois.
A senhora idosa gostou da ideia. Pegou suas economias — dinheiro que havia guardado “para uma emergência” — e decidiu experimentar.
No dia seguinte, alguém bateu à sua porta.
Na soleira da porta estava um homem alto e bem-apessoado, vestindo um uniforme azul, segurando uma caixa de ferramentas e sorrindo amigavelmente.
— Boa tarde, senhora, a senhora chamou um faz-tudo? — perguntou ele educadamente.
A senhora idosa ficou surpresa — não esperava alguém tão jovem e bonito.
— Sim, sim, entre, meu rapaz, tenho muitas coisas para consertar — disse ela gentilmente.
Ela deixou o estranho entrar em sua casa, sem perceber a coisa terrível que estava prestes a acontecer
).

O rapaz verificou a torneira, a tomada, a cadeira e até pregou uma prateleira. Trabalhou com rapidez, confiança, sorrindo e fazendo piadas o tempo todo.
Satisfeita, a avó colocou alguns doces e suco na mesa:
— Sente-se, querida, descanse um pouco. Deixe-me lhe oferecer algo — você deve passar o dia todo correndo de casa em casa.
O homem sorriu, pegou o copo e perguntou casualmente:
— Você está morando sozinha há muito tempo? Seus filhos não a visitam?
A mulher suspirou e contou-lhe a sua história. O marido havia falecido, os filhos moravam longe e, além da vizinha da casa ao lado, ela não tinha mais ninguém.
Parecia apenas uma conversa educada…
Quando ele terminou, a avó disse que precisava sair por um instante para levar uma carta à vizinha.
— Claro, pode prosseguir — disse ele calmamente. — Vou apenas verificar se está tudo seguro.
Mas assim que a porta se fechou atrás dela, o homem mudou. O sorriso desapareceu. Ele percorreu os cômodos rapidamente, abrindo gavetas, armários e gabinetes.
Ele retirou o relógio de parede antigo, desparafusou a televisão, pegou o laptop e abriu a caixa de joias.
Quando a avó voltou, ele já estava parado junto à porta, como se estivesse pronto para sair.
— Pronto, vovó, não tem mais vazamento — disse ele, dirigindo-se para a saída.

Mas quando ela se aproximou, ele de repente se virou e a atingiu na cabeça com um objeto pesado.
Ela acordou mais tarde no hospital. Uma concussão — mas, felizmente, ela estava viva.
Mais tarde, quando lhe trouxeram o telefone, ela ligou para a agência para reclamar.
— Lamentamos, senhora, mas não temos nenhum funcionário com essa descrição — respondeu a mulher ao telefone. — Nenhum de nossos funcionários foi enviado para o seu endereço.
A avó desligou o telefone lentamente, apertou o lençol com as mãos trêmulas e sussurrou:
— Então… ele me encontrou sozinho.


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